MAPAS E TRECHOS DO TREKKING

Inspirado no modelo de trilhas como Appalachian Trail e Pacific Crest Trail, o Caminho dos Veadeiros poderá ser percorrido em sua totalidade em uma única empreitada (Thru hiking), o que levará entre 15 e 20 dias, ou em partes menores em várias empreitadas (Section hiking), razão pela qual a trilha é composta por trilhas locais menores que podem ser utilizadas em finais de semana e feriados.

Independente do formato escolhido, percorrer o Caminho dos Veadeiros exige ótimo preparo físico e psicológico, conhecimento prévio de equipamentos e técnicas e um bom planejamento. Assim, a experiência se tornará ainda mais positiva e fascinante. Os pontos de pernoite são, em sua maioria nas sedes de propriedades rurais, de forma garantir a segurança dos trilheiros, a gestão de resíduos e a geração de renda. Há trechos onde o pernoite é feito em áreas selvagens, sendo necessário observar os princípios de mínimo impacto ambiental e em algumas propriedades, serviços adicionais como alimentação, quartos e lavanderia podem estar disponíveis. Serviços opcionais de guiagem, carros de apoio, aluguel de equipamentos e alimentação também estarão disponíveis para contratação.

A trilha corta diversas áreas de ambiente natural e selvagem, sem intervenções. Atualmente a trilha está sinalizada no seu leito principal com a técnica de sinalização rústica, na qual a marca é pintada em rochas, árvores e mourões. No sentido Sul-Norte o visitante deve seguir as pegadas amarelas em fundo preto. No sentido Norte-Sul deve seguir as pegadas pretas em fundo amarelo. Ainda não há placas ou outros itens de direção e a sinalização pode desaparecer devido às intempéries, por isso é recomendado o uso de GPS como apoio ou a contratação de um condutor.

Quando concluída, a trilha se dividirá em quatro grandes setores: i) Formosa; ii) Planaltina/Água Fria de Goiás; iii) São João d´Aliança; iv) APA Pouso Alto. Atualmente a região em estágio mais avançado de implementação é São João d´Aliança, com 68 km para trekking caminhada. Para acessar as informações dos trechos já liberados clique no nome dos trechos listados abaixo:

ATENÇÃO!

  • As informações aqui contidas não são um incentivo a visitas desprogramadas ou despreparadas. Trata-se de rotas de trekking e cicloturismo em ambiente natural, sendo necessário conhecimento das técnicas, equipamentos e riscos envolvidos. Você é o principal responsável por sua própria segurança. Na dúvida, contrate um guia.
  • Todas as atividades e materiais do Caminho dos Veadeiros são desenvolvidos de forma voluntária e sem fins lucrativos por praticantes e entusiastas amadores.
  • Ambientes naturais estão sujeitos a mudanças e as informações aqui apresentadas podem se encontrar desatualizadas. Não nos responsabilizamos por eventuais inconsistências ou acidentes decorrentes da prática esportiva.
  • É comum que a sinalização se desgaste ou até mesmo desapareça com o tempo. Por segurança tenha o tracklog da trilha carregado em seu Smartphone ou GPS ou contrate um guia.
  • Sempre informe alguém sobre seus planos, itinerário detalhado, composição do grupo e horário previsto de retorno. Tenha à mão os dados de cada integrante do seu grupo, incluindo tipo sanguíneo, informações sobre alergias e contato de emergência e procure aprender noções básicas de segurança e primeiros socorros.
  • Para saber mais sobre medidas de segurança e conduta consciente em trilhas, clique aqui.

Setores do Caminho dos Veadeiros

1. Formosa

Quilômetros previstos para a região:  47 km

Em construção

2. Planaltina/ Água Fria de Goiás

Quilômetros previstos para a região:  115 km

Em construção.

3. São João d´Aliança

Quilômetros previstos para a região:  132 km

 

DESCRIÇÃO

 

Localização: Água Fria de Goiás; São João d´Aliança (GO)
Extensão: 25 km
Modal: bicicleta ou a pé
Tipo: Travessia
Duração: trilha de um dia, com pernoite opcional.
Navegação: Fácil, sinalizada. Seguir a marca do Caminho dos Veadeiros. No sentido Sul-Norte seguir as pegadas amarelas em fundo preto. Atenção: pode ocorrer desgaste da sinalização e mudanças no ambiente. Recomenda-se levar GPS ou celular com aplicativo GPS como backup para navegação. Na dúvida, contrate um guia.
Severidade do meio: Moderada
Esforço físico: Moderado
Tipo de terreno/ambiente: estradas de terra em boas condições; exposição ao sol; poucos pontos de água
Custos: não há custos
Aviso prévio: não
Melhor época: a trilha pode ser percorrida o ano todo. Os meses de maio a setembro correspondem a estação seca, sendo agosto e setembro os meses mais quentes. Os meses de outubro a abril correspondem a estação chuvosa. Recomenda-se cuidado na estação chuvosa, em especial com raios.
Acesso: Saindo do Distrito Federal, seguir pela BR 010 no sentido São João d´Aliança. Ainda nos limites de Água Fria de Goiás haverá uma placa indicando a entrada para o Sítio Bom Jesus, à direita. Segue-se em estrada de chão em boas condições, seguindo as placas indicando o caminho até o Sítio Bom Jesus. Após aproximadamente 11 km passa-se a entrada do Sítio Bom Jesus (que estará à direita) e continua-se na mesma estrada mais 1 km até o portal da Fazenda Vitória. Mais alguns metros haverá um mourão com a marca do Caminho dos Veadeiros indicando o início da travessia. O Sítio Bom Jesus é apenas a referência para localização da trilha. A trilha segue pela estrada principal, sem adentrar na propriedade.

Todo esse trecho segue pela estrada principal. As marcas de sinalização estão dispostas a, no máximo, 1 km umas das outras e há reforços nos pontos de bifurcação. A estrada corta algumas fazendas. Por volta de 10 km toma-se à direita em direção à comunidade Montes Claros, situada aproximadamente na altura do km 12 da trilha. Aqui há a casa da Dona Abadia, moradora da região que pode oferecer água para abastecer os cantis e uma boa prosa. O quintal da D. Abadia também abriga uma jabuticabeira bastante carregada, que é uma atração à parte. A casa da D. Abadia não está na estrada principal, sendo necessário sair cerca de 260 m numa estradinha à direita.

Da comunidade Montes Claros são mais 3 km em uma ascensão de 200 m até o Morro do Vento, com 1274 m de altitude e onde está localizado um heliporto abandonado, construído na época do Regime Militar. Atenção: pode haver ninhos de marimbondos dentro da construção. Continua-se pela estrada e na altura do km 18 toma-se a esquerda, descendo a serra. A trilha passará por um pasto e será necessário pular uma porteira para continuar a caminhada. Após a porteira a estrada segue por meio de um cerrado bem preservado, ladeada à direita por formações rochosas. Mais a frente passa-se pelo Sítio Vencer. 4,5 km após o Sítio Vencer chega-se à Chácara Rebendoleng, que marca o final da Seção SJ 01 e onde é possível pernoitar e contratar serviço de alimentação.

 

ATENÇÃO


- Esta trilha está situada em ambiente sensível e em terras privadas, com pernoite em propriedade rural familiar. A conduta consciente dos visitantes é essencial para que a visitação continue autorizada. Respeite as regras e costumes locais. É desaconselhado o consumo de bebidas alcoólicas e outras substâncias e uso de som alto.
- O caminho passa por diversas porteiras. Deixe-as como encontrou: se fechada, feche. Se aberta, deixe aberta..
- A abertura e sinalização é fruto do trabalho de voluntários no âmbito do projeto ‘Caminho dos Veadeiros’. Não danifique, remova ou altere a sinalização.
- Leve todo seu lixo de volta.
- As informações aqui contidas não são um incentivo a visitas desprogramadas ou despreparadas. Trata-se de rota de trekking/ciclismo em ambiente natural, sendo necessário conhecimento das técnicas, equipamentos e riscos envolvidos. Você é o principal responsável por sua própria segurança. Na dúvida, contrate um guia.
- Todas as atividades e materiais do Caminho dos Veadeiros são desenvolvidos de forma voluntária e sem fins lucrativos por praticantes e entusiastas amadores.
- Ambientes naturais estão sujeitos a mudanças e as informações aqui apresentadas podem se encontrar desatualizadas. Não nos responsabilizamos por eventuais inconsistências ou acidentes decorrentes da prática esportiva.

 

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 DESCRIÇÃO


Localização: São João d´Aliança (GO)
Extensão: 29,6 km (ida)
Tipo: Travessia
Duração: dois ou três dias com pernoite;
Navegação: Fácil, Sinalizada. Seguir a marca do Caminho dos Veadeiros. No sentido Sul-Norte seguir as pegadas amarelas em fundo preto. No sentido Norte-Sul segue-se as pegadas pretas em fundo amarelo, porém a sinalização ainda não está completa neste sentido.
Severidade do meio: Moderada
Esforço físico: Moderado
Tipo de terreno/ambiente: Terreno pedregoso e íngreme, pedras soltas, exposição ao sol na parte alta, pedras escorregadias especialmente nas cachoeiras (risco de morte)
Custos: não há cobrança de ingressos; camping na Fazenda do Alex R$ 20,00
Aviso prévio: Não
Obrigatoriedade de guia: Não
Melhor época: a trilha pode ser percorrida o ano todo, sendo a melhor época de maio a setembro. Os meses de outubro a abril correspondem a estação chuvosa e há risco de cabeça d´água nos rios e cachoeiras e raios. Recomenda-se evitar a estação chuvosa ou ter cuidado redobrado. Se necessário, contrate um guia.
Acesso: saindo do centro de São João d´Aliança, continuar na BR 010 até a placa indicativa para a Cachoeira do Label. Seguir as placas, acessar a Estrada do Paranã e continuar 7,8 km a região das Duas Cruzes. Há uma porteira fechada com a sinalização do Caminho dos Veadeiros, ponto de início da travessia.

 

 

1º DIA

Distância deste percurso: 10km

A trilha tem início em uma porteira fechada na região das Duas Cruzes. Segundo a tradição local, na década de 70 pai e filho voltavam de compras na cidade e foram atingidos por um raio naquele ponto, vindo a óbito junto com seus cavalos. Em memória dos dois homens, duas cruzes foram colocadas ali. Cruzando-se a cerca, o caminho segue exclusivamente pela estrada, cortando a Fazenda do Japonês. Após 1,2 km passa-se uma casa atualmente abandonada, antiga casa do caseiro. O caminho desvia levemente à esquerda, e retoma a estrada. Em mais 1,2 km chega-se à construção inacabada da sede da fazenda, que pode servir de abrigo em caso de emergência. Na bifurcação, mantenha-se à esquerda, seguindo reto e orientando-se pela sinalização. A estrada cortará um pequeno pasto, onde há uma antena e placa solar. Este ponto fornece uma belo visual dos morrotes e vales da Serra do Paranã.

O caminho segue pela estrada principal e após 8,76 km do início chega-se ao Alto da Andorinhas, onde é possível ver o vale do Extrema, rio que forma a Cachoeira do Label, maior cachoeira de Goiás com 187m de altura, e onde se situa o topo da cachoeira. Mais além no horizonte é possível ver o lago do Paranã. O Alto da Andorinhas é também um dos pontos de divisão do trajeto de bicicleta e caminhada do Caminho dos Veadeiros. A trilha de caminhada segue à direita, descendo a serra no sentido da Cachoeira das Andorinhas. Segue-se a sinalização do Caminho dos Veadeiros e em pouco menos de 2 km chega-se ao curral, ponto de pernoite do primeiro dia (ATENÇÃO: este é o único ponto de pernoite autorizado, mas não conta com nenhum manejo. Sempre verifique e esteja atento quanto à presença de animais peçonhento, abelhas e marimbondos). Não há água ao redor do curral, sendo necessário ir até o rio Rodeador, a apenas 400m do curral seguindo as pegadas amarelas. Os melhores pontos de água estão no poço superior, na a pequena queda e no veio de água na margem direita (Nascente). Os poços também são ótimos para banho (evite o uso de sabonete, shampoos ou detergente) .

 

 

2º DIA

Distância deste percurso: 10,7km

Segue-se as marcas do Caminho dos Veadeiros, a partir do curral, para chegar ao rio e acessar os poços superiores. Para ter visão da cachoeira das Andorinhas cruze o rio e continue reto. Após afastar-se do rio caminhe atentando para a direita. Procure as marcas amarelas nas árvores e siga-as. São aproximadamente 15 min do rio até a base da Cachoeira das Andorinhas (Atenção: as pedras abaixo da queda são escorregadias e o terreno bastante inclinado, havendo risco de lesões e até mesmo morte. As melhores áreas para banho são os poços na parte alta.

Para continuar a travessia, retorne ao rio na parte superior e abasteça os cantis nos pontos de água do poço superior, pois o próximo ponto de água está a 7,5 km de distância. Continue a seguir a sinalização do Caminho dos Veadeiros (pegada amarela em fundo preto), caminhando por uma antiga trilha cavaleira ainda utilizada por moradores e animais da região. Após 1,5 km chega-se ao Mirante do Vale do Extrema. Dali segue-se mais 330m até uma estrada de terra, onde toma-se a direita, sendo necessário cruzar a cerca, adentrando na propriedade do Sr. Aprígio. A caminhada segue por estrada por mais 4,5 km até a descida da serra por trilha cavaleira antiga. A descida possui pedras soltas e alguns pontos bastante íngremes, recomendando-se cautela. Parte do caminho pode estar tomado por mato fechado o que pode dificultar a caminhada. No final da descida chega-se a um córrego de água limpa e gelada que nasce na propriedade e onde é possível abastecer os cantis/garrafas. A trilha segue até uma cerca de madeira que deve ser cruzada. Segue-se então ora pelas pedras no leito, ora pelas margens, até acompanhar um cano azul na margem esquerda e sair da mata fechada em uma área de pasto. Em mais alguns km chega-se a sede da fazenda, onde moram Alex e Juliana e onde é possível pernoitar.

A área ainda não conta com estrutura complexa para camping, mas há muito espaço para armar barracas. É possível utilizar o banheiro e chuveiro da casa. A água da pia externa é potável. O valor do pernoite é de R$ 20,00 e deve ser pago em dinheiro ao Alex ou Juliana.

 

 

3º DIA

Distância deste percurso: 8km

No terceiro dia é possível visitar a Cachoeira São Mateus (ou Cachoeira do Alex), a menos de 1 km da sede da fazenda. A trilha é bem batida e há poços para banho na parte alta e baixa da cachoeira. A travessia segue da sede da fazenda por estrada, sendo possível contemplar os paredões da serra. Após 1,3 km chega-se ao Palmeiral, área onde toda a vegetação foi retirada para plantio de pasto, exceto as palmeiras. A estrada passa por uma sede de fazenda abandonada e começa a subir. Aproximadamente 3,3 km após a fazenda do Alex, há uma bifurcação: à direita a casa de Nilza e Virgílio, onde é possível abastecer de água e comprar doce de leite artesanal; à esquerda continua-se a subida da estrada, margeando o Morro do Chapéu. A subida é exigente. É possível ascender até o cume do morro, que oferece uma vista única do Vale do Paranã. (Atenção, não há trilha aberta ou demarcada para o cume do Morro do Chapéu e há presença de animais peçonhentos. Recomenda-se atenção redobrada e uso de perneira). O ponto de referência para resgate/final da travessia é a Fazenda Eliza, distante 2km da base do Morro do Chapéu.

Obs. adicionais:
a) é necessário contratar serviço de transporte para entrar e sair da trilha. A sugestão é que o carro fique em São João d´Aliança;
b) a travessia pode ser realizada em dois dias, com pernoite no curral ou na fazenda do Alex. Nesse caso, é necessário iniciar a caminhada até as 9h no dia do trecho mais longo.

ATENÇÃO
- Esta trilha está situada em ambiente sensível e em terras privadas, com pernoite em propriedade rural familiar. A conduta consciente dos visitantes é essencial para que a visitação continue autorizada. Respeite as regras e costumes locais. É desaconselhado o consumo de bebidas alcoólicas e outras substâncias e uso de som alto.
- Recomenda-se a visitação em grupos pequenos, de no máximo 6 pessoas.
- A abertura e sinalização é fruto do trabalho de voluntários no âmbito do projeto ‘Caminho dos Veadeiros’. Não danifique, remova ou altere a sinalização.
- Leve todo seu lixo de volta. O lixo orgânico pode ser deixado na fazenda do Alex.
- As informações aqui contidas não são um incentivo a visitas desprogramadas ou despreparadas. Trata-se de rota de trekking em ambiente natural, sendo necessário conhecimento das técnicas, equipamentos e riscos envolvidos. Você é o principal responsável por sua própria segurança. Na dúvida, contrate um guia.
- Todas as atividades e materiais do Caminho dos Veadeiros são desenvolvidos de forma voluntária e sem fins lucrativos por praticantes e entusiastas amadores.
- Ambientes naturais estão sujeitos a mudanças e as informações aqui apresentadas podem se encontrar desatualizadas. Não nos responsabilizamos por eventuais inconsistências ou acidentes decorrentes da prática esportiva.
VISUALIZE/BAIXE O TRAÇADO

 

DESCRIÇÃO

 

Localização: São João d´Aliança (GO)Extensão: 20,9 km (ida)
Tipo: Travessia
Duração: dois dias com pernoite; pode ser percorrida em um único dia.
Navegação: Fácil, Sinalizada. Seguir a marca do Caminho dos Veadeiros. No sentido Sul-Norte seguir as pegadas amarelas em fundo preto. No sentido Norte-Sul segue-se as pegadas pretas em fundo amarelo, porém a sinalização ainda não está completa neste sentido. (Atenção: pode ocorrer desgaste da sinalização e mudanças no ambiente. Recomenda-se levar GPS ou celular com aplicativo GPS como backup para navegação)
Severidade do meio: Moderada
Esforço físico: Moderado
Tipo de terreno/ambiente: Terreno pedregoso e íngreme, pedras soltas, exposição ao sol na parte alta, pedras escorregadias especialmente nas cachoeiras (risco de morte)
Custos: não há cobrança de ingressos;  camping na Fazenda do Alex R$ 20,00
Aviso prévio: Não
Obrigatoriedade de guia: Não
Melhor época: a trilha pode ser percorrida o ano todo, sendo a melhor época de maio a setembro. Os meses de outubro a abril correspondem a estação chuvosa e há risco de cabeça d´água nos rios e cachoeiras. Recomenda-se evitar a estação chuvosa ou ter cuidado redobrado. Se necessário, contrate um guia.
Acesso: saindo do restaurante Chapéu de Sol, em São João d´Aliança, siga aproximadamente 11 km na BR 010 até a altura de um ponto de ônibus. Entre a direita na GO 236 e siga 8km em estrada de chão até o acesso para estrada da Cachoeira das Andorinhas (há uma sinalização do Caminho dos Veadeiros em um mourão à direita - pegada preta em fundo amarelo). Siga mais 2 km até a área de estacionamento e ponto de início da Travessia.

 

1º DIA

A trilha tem início na área de estacionamento da Cachoeira das Andorinhas. Segue-se as marcas do Caminho dos Veadeiros para chegar ao rio e acessar os poços superiores. Para ter visão da cachoeira das Andorinhas cruze o rio e continue reto. Após afastar-se do rio caminhe atentando para a direita. Procure as marcas amarelas nas árvores e siga-as. São aproximadamente 15 min do rio até a base da Cachoeira das Andorinhas (Atenção: as pedras abaixo da queda são escorregadias e o terreno bastante inclinado, havendo risco de lesões e até mesmo morte. As melhores áreas para banho são os poços na parte alta. A água do córrego no poço superior é potável. Evite o uso de sabonete, shampoos ou detergente). O próximo ponto de água está a 7,5 km de distância, recomenda-se abastecer os cantis na queda ou no veio d´água do poço superior (Nascente).

Para continuar a travessia, retorne ao rio e continue a seguir a sinalização do Caminho dos Veadeiros, caminhando por uma antiga trilha cavaleira ainda utilizada por moradores e animais da região. Após 1,5 km chega-se ao Mirante do Vale do Extrema. Dali segue-se mais 330m até uma estrada de terra, onde toma-se a direita, sendo necessário cruzar a cerca, adentrando na propriedade do Sr. Aprígio. A caminhada segue por estrada por mais 4,5 km até a descida da serra por trilha cavaleira antiga. A descida possui pedras soltas e alguns pontos bastante íngremes, recomendando-se cautela. Parte do caminho pode estar tomado por mato fechado o que pode dificultar a caminhada. No final da descida chega-se a um córrego de água limpa e gelada que nasce na propriedade e onde é possível abastecer os cantis/garrafas. A trilha segue até uma cerca de madeira que deve ser cruzada. Segue-se então ora pelas pedras no leito, ora pelas margens, até acompanhar um cano azul na margem esquerda e sair da mata fechada em uma área de pasto. Em mais alguns km chega-se a sede da fazenda, onde moram Alex e Juliana e onde é possível pernoitar.

A área ainda não conta com estrutura completa para camping, mas há muito espaço para armar barracas. É possível utilizar o banheiro e chuveiro da casa. A água da pia externa é potável. O valor do pernoite é de R$ 20,00 e deve ser pago em dinheiro ao Alex ou Juliana.

 

2º DIA

No segundo dia é possível visitar a Cachoeira São Mateus (ou Cachoeira do Alex), a menos de 1 km da sede da fazenda. A trilha é bem batida e há poços para banho na parte alta e baixa da cachoeira. A travessia segue da sede da fazenda por estrada, sendo possível contemplar os paredões da serra. Após 1,3 km chega-se ao Palmeiral, área onde toda a vegetação foi retirada para plantio de pasto, exceto as palmeiras. A estrada passa por uma sede de fazenda abandonada e começa a subir. Aproximadamente 3,3 km após a fazenda do Alex, há uma bifurcação: à direita a casa de Nilza e Virgílio, onde é possível abastecer de água e comprar doce de leite artesanal; à esquerda continua-se a subida da estrada, margeando o Morro do Chapéu. A subida é exigente. É possível ascender até o cume do morro, que oferece uma vista única do Vale do Paranã. (Atenção, não há trilha aberta ou demarcada para o cume do Morro do Chapéu e há presença de animais peçonhentos. Recomenda-se atenção redobrada e uso de perneira). O ponto de referência para resgate/final da travessia é a Fazenda Eliza, distante 2km da base do Morro do Chapéu.

 

Obs. adicionais: esta travessia pode ser combinada com parte da Seção SJ02, iniciando na região das Duas Cruzes/Fazenda do Japonês, adicionando mais 8 km (ver Travessia Duas Cruzes-Morro do Chapéu)

ATENÇÃO

- Esta trilha está situada em ambiente sensível e em terras privadas, com pernoite em propriedade rural familiar. A conduta consciente dos visitantes é essencial para que a visitação continue autorizada. Respeite as regras e costumes locais. É desaconselhado o consumo de bebidas alcoólicas e outras substâncias e uso de som alto.
- Recomenda-se a visitação em grupos pequenos, de no máximo 6 pessoas.
- A abertura e sinalização é fruto do trabalho de voluntários no âmbito do projeto ‘Caminho dos Veadeiros’. Não danifique, remova ou altere a sinalização.
- Leve todo seu lixo de volta. O lixo orgânico pode ser deixado na fazenda do Alex.
- As informações aqui contidas não são um incentivo a visitas desprogramadas ou despreparadas. Trata-se de rota de trekking em ambiente natural, sendo necessário conhecimento das técnicas, equipamentos e riscos envolvidos. Você é o principal responsável por sua própria segurança. Na dúvida, contrate um guia.
- Todas as atividades e materiais do Caminho dos Veadeiros são desenvolvidos de forma voluntária e sem fins lucrativos por praticantes e entusiastas amadores.
- Ambientes naturais estão sujeitos a mudanças e as informações aqui apresentadas podem se encontrar desatualizadas. Não nos responsabilizamos por eventuais inconsistências ou acidentes decorrentes da prática esportiva.

 

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4. APA Pouso Alto (Alto Paraíso/ Cavalcante)

Quilômetros previstos para a região:  189 km

Em construção.